Padre deixa de beber vinho na eucaristia para cumprir lei seca
A "lei seca" trouxe problemas para um padre que viaja bastante e celebra várias vezes por dia o momento em que o vinho se transforma no sangue de Cristo.
Na missa, a eucaristia é um dos ritos mais importantes. Para os católicos, é o momento em que o vinho se transforma em sangue de Cristo. Desde que a lei entrou em vigor, o padre Antônio Hoffmeister não precisou mudar os hábitos. Mora perto da paróquia. Quando sai para rezar a missa, pode ir a pé. Mesmo assim, não abusa do vinho.
"A gente coloca um pouquinho de vinho que se toma num único sorvo. É só um gole de vinho”, disse o padre Antônio Hoffmeister.
A tradição de tomar vinho durante as celebrações é milenar. Mas agora, com a lei de tolerância zero ao álcool, muitos padres precisaram se adaptar para continuar rezando missas pelo interior do país.
Padre Silvério Schneiders dirige cerca de quatorze quilômetros num dia de trabalho. Aos domingos, reza até cinco missas em cidades diferentes do Rio Grande do Sul. E para cumprir o roteiro, o sacerdote parou de beber.
"Eu coloco a hóstia só um pouquino no sangue de Cristo e tomo isto, porque eu sou motorista", explicou o padré SIlvério Schneiders. A tarefa de tomar o vinho consagrado ficou por conta da ministra da eucaristia, que não precisa dirigir depois da missa.
"A gente respeita a lei. É brasileiro como todo mundo", disse a ministra da eucaristia Noemia Agostini.
Padre Silvério, contudo, não se queixa da aplicação da lei e de ter adaptado o ritual para cumprí-la. "Uma iniciativa que eu tomei e penso que está liturgicamente correta e que ao mesmo tempo ajuda a resolver uma questão com a qual eu estou plenamente a favor", declarou o padre Silvério Schneiders.
Não há uma orientação oficial da Igreja aos padres. Mas uma coisa é certa: com ou sem a "lei seca", o vinho permanece no altar. "Não podemos mudar o que Jesus Cristo institiui, a celebração com as espécies, com o pão e com o vinho", disse o padre Antônio Hoffmeister.
A tentativa de comer uma bola de futebol matou um peixe-gato na Alemanha. Segundo a publicação “Spiegel Online”, um policial que patrulhava a área do acidente classificou esse como o caso mais estranho já visto em 30 anos de profissão.
O peixe com dois metros de comprimento foi encontrado morto, boiando, depois que a bola entalou em sua boca, impedindo o animal de respirar. Ele foi achado nesta segunda-feira (30), em uma barragem do Rio Main, com os dentes cravados na bola de plástico. “O animal mordeu a bola e morreu sufocado”, explicaram as autoridades em comunicado.
“Nunca vi nada parecido em 30 anos de trabalho”, disse Reiner Jünger, da polícia, segundo o Spiegel. De acordo com ele, o peixe-gato está entre os maiores predadores de água doce. Essa espécie fica no leito do rio aguardando suas presa para atacar na superfície.
Fonte: Globo.com
Austríaco é acusado de matar familiares por causa de herança
Um austríaco de 66 anos foi acusado de matar quatro familiares por causa de uma discussão sobre uma herança na cidade de Strasshof (oeste de Viena), informou hoje a agência APA. O homem, cujo paradeiro atualmente é desconhecido, foi acusado de matar o irmão, a irmã e os cunhados, todos com idades entre 56 e 67 anos.
O suposto assassino teria matado os parentes depois de sua irmã ter aumentado o valor do aluguel do apartamento em que ele vivia em Viena, o que gerou seu despejo após um ano e meio de discussões relacionadas a uma herança.
O suspeito era conhecido pela polícia, porque já havia indicado às autoridades que mataria seus familiares. Parentes dos dois casais descobriram os corpos e avisaram à polícia, que disse que os crimes foram cometidos possivelmente na terça-feira.
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